segunda-feira, 11 de maio de 2015

Simetria facial: conheça seu melhor ângulo e saia bem nas fotos

por ISABELA CATÃO
Para o TechTudo

Por mais que seja lindo, rosto nenhum é totalmente perfeito. A simetria bilateral total não existe e, sendo assim, todas as faces são levemente assimétricas e possuem um lado um pouco mais alto do que o outro, normalmente mais fotogênico e bonito. Você sabe qual é o seu?

Fizemos o teste com a foto da modelo Daniela Ferraz. A imagem abaixo é dividida em três partes: a primeira é a foto dela normal; depois, uma montagem traz o lado esquerdo do rosto espelhado; e, em seguida, temos a montagem com o lado direito da modelo. Qual você acha mais atraente, o esquerdo ou o direito?

Em ordem: normal, lado esquerdo e lado direito (Foto: Isabela Catão)

O resultado é tão impressionante que o artista Julian Wolkenstein criou o projeto Echoism, que transforma um retrato em duas versões simétricas de uma maneira muito simples. Os modelos são voluntários que foram selecionados para o estudo em função de seus traços faciais específicos. Veja alguns exemplos:

Lado esquerdo e lado direito (Foto: Reprodução/Julian Wolkenstein)

Lado esquerdo e lado direito (Foto: Reprodução/Julian Wolkenstein)

Com o sucesso da experiência, o fotógrafo fundou o site Echoism. Caso o seu computador disponha de uma webcam, você pode acessar a página e fazer o teste. O site gera duas imagens, uma espelhando o lado direito e outra o lado esquerdo. Há também um aplicativo para sistemas iOS, tais como iPhone, iPad e iPod touch.

Saber qual é o seu ângulo ideal pode ajudar a ter resultados melhores em fotografias. Inclinar levemente a cabeça para realçar o lado que você acha mais bonito em si geralmente traz cliques mais interessantes. Caso você não tenha uma webcam ou um iPhone, tente repetir o teste com uma câmera comum.

Baseado no mesmo assunto, um estudo feito neste ano por pesquisadores da Wake Forest University, nos Estados Unidos, diz que tanto os homens quanto as mulheres ficam muito mais sexy quando são fotografados pelo lado esquerdo, não necessariamente de perfil. A pesquisa foi realizada da seguinte forma: dez fotografias espelhadas em preto e branco foram mostradas para um grupo de voluntários, tanto do sexo masculino, quanto do sexo feminino. A maioria elegeu como as mais bonitas as imagens que apresentavam o lado esquerdo duplicado.

O corpo do ser humano apresenta pequenas diferenças entre o lado esquerdo e direito, do rosto até os pés. Segundo um estudo feito pela Universidade da Califórnia e pela Universidade de Toronto, o equilíbrio está em uma distância vertical entre os olhos e boca próximo a 36% do comprimento facial, e uma distância horizontal entre os olhos de 46% da largura facial. Segundo ele, as pessoas tendem a achar mais atraentes os rostos que se aproximam mais da total simetria facial.

fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/07/simetria-facial-conheca-seu-melhor-angulo-e-saia-bem-nas-fotos.html

Mercado Fotográfico – Seu nome, sua marca

O mercado fotográfico realmente é um seguimento atraente e pode ser bem lucrativo se você souber aproveitar as oportunidades. Claro, isso se você trabalhar de maneira correta, tiver visão comercial/empresarial, buscar capacitação adequada e a medida do possível procurar investir em equipamentos.

Porém, um dos melhores investimentos que você deve fazer ao longo de sua carreira – e por que não dizer, ao longo de sua vida – pode ser resumido numa simples palavra.

Relacionamento.

A arte de se relacionar com as pessoas é um fator decisivo em qualquer modelo de negócio bem sucedido.



Mas a grande “magia” desse mercado, em minha opinião, é a falta de uma legislação adequada, que poderia de certa forma criar uma consciência fotográfica moldada à grande massa de profissionais que surgem gradativamente em busca de uma profissão repleta de mistérios e glamour.

A facilidade na aquisição de equipamentos e a disponibilidade de acesso a informações, o crescimento constante de empresas e profissionais voltados à arte de ensinar, impulsiona – às vezes de maneira equivocada – um grande número de pessoas a optarem pela fotografia como profissão.

Esse número crescente de novos profissionais, por vezes vindos de outras profissões, – como no meu caso, por exemplo – acabam sendo filtrados pelo próprio mercado.

A fotografia permite que qualquer um seja fotógrafo, mas poucos conseguem se estabelecer como profissionais. Entendam profissionais, aqueles que sobrevivem exclusivamente da fotografia. Alguns fatores determinam essa curta permanência dos novos fotógrafos no mercado.

Um dos principais fatores se deve justamente por falta de uma entidade de apoio, que seja responsável por criar honorários mínimos para cada trabalho. Aqui no Brasil, temos associações como a ARFOC, ABRAFOTO, que cumprem seu papel, com tabelas, normas de condutas, leis, mas são entidades destinadas aos profissionais, e não para os aspirantes a profissionais.

Temos outros tipos de associações e até mesmo alguns sindicatos, mas como disse, a grande maioria voltada aos profissionais do mercado. Alguns cursos técnicos, nos trazem uma visão acadêmica, e porque não dizer um pouco poética sobre o mercado fotográfico. Portanto nem sempre adequada a realidade diária do mercado.

Viver de fotografia é uma tarefa árdua, e assim como qualquer outra profissão requer investimento e planejamento constante. Poucos fotógrafos conseguiram se estabelecer apenas com o conhecimento acadêmico, que nos ensina como a fotografia deveria realmente ser, contemplando estúdios e equipamento de ultima geração, mas de difícil acesso a grande maioria dos candidatos a profissão do fotografo.

Outro fator, que acredito ser de grande influência para o filtro, é a falta de união de classe, que gera um grande tabu: Preço



“Afinal quanto cobrar determinado trabalho? “

Poucos, e porque não dizer raros fotógrafos profissionais estabelecidos abrem seus preços, pois afinal estão defendendo seu território. Mas enquanto isso acontece, os aspirantes sem saber quais os valores corretos devem praticar, por vezes acabam cobrando muito pouco por determinado trabalho. Nesse momento passam a ser alvo de criticas dos profissionais estabelecidos, por estarem “sacrificando” o mercado.

Mas como diria o PC, “ Mas pôxa vida” – então vamos ensinar o pessoal a cobrar direito! Ao passo que, os profissionais iniciantes souberem quanto e como cobrar, teremos a livre concorrência.

Certa vez, ouvi de Jorge Príncipe a seguinte frase: “Não me importo em falar de preços, pois quando você tiver dez anos de fotografia, eu terei dez anos a sua frente, o que é natural, e, portanto nossos clientes não serão os mesmos”

Aprendi muito com essa frase, pois é a mais absoluta verdade. Um fotógrafo com dez anos a mais de experiência não irá atender o mesmo cliente que um aspirante no inicio de carreira atenderá, não é mesmo? Agora se o cliente – o que é muito comum – vir com aquela conversa de sempre, falando que não tem orçamento, a verba é curta, nem perca seu tempo.

Se não existe verba suficiente, não existe trabalho satisfatório. Mas lembre-se, tenha sempre bom senso. E por falar em bom senso, porque nós, fotógrafos estabelecidos não falamos abertamente sobre preços? Eu falo.

Em minhas aulas, palestras, falo abertamente quanto e como cobro. Certa vez, durante um workshop no IIF, ao mostrar para os alunos minha forma de cobrar, fiquei muito feliz, pois um participantes havia feito um curso fora do Brasil, e nos contou que essa era a mesma que ele aprendera com o “gringo”, e que sua vida havia mudado depois que passou a cobrar assim.

Acredito que isso se deva ao tal “consciente coletivo”, talvez. Mas afinal, como eu elaboro minhas propostas? Simples, separando serviços de produtos.

Serviços: Fotografar, editar, gravar em DVD.

Produtos: Todos os itens restantes, como livro, clipe, álbum, fotos impressas, ensaios externos, retrospectivas, hotsite, livro de assinaturas, e serviços de terceiros, como produtores e maquiadores.



Trabalhando dessa forma, você tem controle real sobre seus ganhos e gastos, e saberá qual margem de negociação poderá aplicar a cada produto ou serviço oferecido.

Mas cuidado!

Nesse mercado nem sempre é fácil identificar pessoas que buscam aproveitar a situação dos iniciantes, prometendo muitas indicações de clientes e trabalhos.

Fique atento!

Amor de verão passa rápido, assim como relacionamentos criados por meios de barganhas.

Clientes de promoção só aparecem na época das promoções e não valorizam seu trabalho. Seu trabalho é bom, adequado, preço justo, isso gera custos, concorda? Você acha justo trabalhar sem cobrar, por acreditar que virão indicações? Eu não acho.

Obviamente, existem casos onde uma boa parceria pode gerar novos trabalhos, mas nem sempre isso acontece. Conheço inúmeros profissionais de foto e vídeo, com anos de mercado que por vezes caem nessa conversa.

Alguma vez, você conseguiu comprar um carro, por um preço menor alegando que seu irmão no próximo ano também irá comprar um carro? Certamente não.

Se assim fosse, deveríamos trabalhar no mercado de leilões, e não no mercado fotográfico. Não faça leilão de seu trabalho.

Ao ser questionado sobre valores, diga: Meu preço não é caro, meu preço é justo.

Acredite às vezes perder um trabalho é ganhar mais. Valorize seu nome, valorize sua marca. Ninguém ira contratar seu trabalho se você não for o primeiro a a se valorizar. Ao valorizar seu nome, estar em evidência é apenas uma questão de estratégia e de tempo. Pense nisso!

Sucesso para todos nós, sempre!

Para saber mais sobre associações acesse:
http://www.arfoc-sp.org.br/
http://www.arfoc.org.br/
http://www.abrafoto.org/
http://www.fototech.com.br/

fonte: http://www.fotografia-dg.com/mercado-fotografico

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Como as cores afetam a fotografia preto e branca

Hoje em dia ninguém mais usa câmeras puramente preto-e-branca por motivos óbvios. Claro que você pode configurar sua câmera para tirar fotos ou filmar em preto e branco, mas com isso você claramente perderá potencial de controle criativo em relação a filmar colorido e passar para preto e branco na pós-produção. No vídeo abaixo Mark Wallace demonstra técnicas específicas que aplicadas no Lightroom ou programs de edição similares, podem fazer com que suas imagens em preto e branco possuam muito mais impacto.
via AdoramaTV Origem: http://www.inovartebc.com.br/blog/index.php/2012/06/14/como-as-cores-afetam-a-fotografia-preto-e-branca/

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Criando uma maquiagem virtual


Descrição: Hoje veremos como aplicar uma maquiagem virtual de maneira simples e utilizaremos algumas ferramentas e filtros.

01. Pressione Crl+O e abra a imagem de uma modelo como a da foto abaixo.



02. Pressione a letra L do teclado para selecionar a Lasso Tool e crie uma seleção ao redor da íris da modelo como na foto abaixo, pressione Ctrl+J para duplicar a área selecionada para uma nova layer.



03. Pressione Ctrl+U para abrir a caixa de Hue/Saturation, mova o slider de Hue para modificar a cor dos olhos e pressione Ok quando encontrar a cor desejada.



04. Selecione os lábios da modelo utilizando a ferramenta ou técnica que achar mais adequada, com a seleção criada vá em Select> Modify> Feather e defina os valor de 5 pixels, pressione Ok, pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra D do teclado para resetar as cores de Foreground e Background para preto e branco, pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter) ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique dentro da seleção para preencher com preto (ou outra cor que você queira).





05. Mude o modo de blend da layer para Overlay ou Multiply, diminua levemente a opacidade.



06. Pressione a letra P do teclado para selecionar a Pen Tool, crie um shape como o da foto abaixo, clique com o botão direito do mouse dentro do shape criado e escolha a opção Make Selection, pressione Ok, pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra D do teclado para resetar as cores de Foreground e Background para preto e branco, pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter)ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique dentro da seleção para preencher com preto, vá em Filter> Blur> Gaussian Blur e defina o valor de 4 a 10 pixels, pressione Ok, pressione Ctrl+J para duplicar a layer, pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform, clique com o botão direito do mouse dentro da caixa de Free Transform e escolha a opção Flip Horizontal para rotacionar o shape horizontalmente, pressione a letra V do teclado para selecionar a Move Tool e posicione o shape como na foto abaixo, pressione Ctrl+E para mesclar as duas layers, com a tecla Ctrl pressionada clique sobre a miniatura da layer para ativar a seleção ao redor dos shapes criados, escolha uma cor qualquer, no caso deste tutorial a cor escolhida foi a rosa, pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter)ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique dentro da seleção para preencher com a cor escolhida, clique na layer que contém os shapes em preto e vá em Layer> Hide Layers.





07. Mude o modo de blend da layer para Overlay, pressione a letra E do teclado para selecionar a Eraser Tool, escolha um brush de pontas suaves e aplique sobre a área dos olhos, diminua a opacidade da layer, sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.







08. Caso você queira alterar a cor aplicada basta pressionar Ctrl+U para abrir a caixa de Hue/Saturation, alterar o slider de Hue e pressionar Ok.



09. Pressione a letra M do teclado para selecionar a Elliptical Marquee Tool, pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, crie uma elipse como na foto abaixo, escolha uma cor qualquer, no caso deste tutorial usamos o vermelho, pressione Alt+Backspace (a tecla acima do Enter)ou pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique dentro da seleção para preencher com a cor escolhida, pressione Ctrl+J para duplicar a elipse criada, pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform, clique com o botão direito do mouse dentro da caixa de Free Transform e escolha a opção Flip Horizontal para rotacionar a elipse horizontalmente, pressione Enter para finalizar a transformação, pressione a letra V do teclado para selecionar a Move Tool e posicione o shape como na foto abaixo, pressione Ctrl+E para mesclar as duas layers, vá em Filter> Blur> Gaussian Blur, defina um valor entre 10 e 20 pixels para o Radius e pressione Ok, diminua a opacidade da layer para 10%.







10. Clique na layer da modelo, pressione a letra O do teclado para selecionar a Burn Tool, passe a ferramenta ao redor dos olhos da modelo, no final sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.



11. Abaixo vocês conferem um resultado alternativo usando a mesma técnica.



site de origem: http://www.webdesign.org/photoshop/photo-editing/extreme-makeover.16533.html

Origem: http://feedproxy.google.com/~r/tutoriaisphotoshop/~3/Mff8JMucbc4/criando-uma-maquiagem-virtual.html

Dicas de fotometria para iniciantes

Não existe certo ou errado quando se trata de fotografia - isso vai de acordo com cada um. O conhecimento das funcionalidades de uma câmera, no entanto, pode ser muito útil para conseguir uma imagem do jeito desejado. E no que diz respeito à luz, compreender a fotometria é fundamental.

Antes de começarmos a falar de forma mais detalhada sobre fotometria é importante compreender o que é o fotômetro. Ele é o aparelho responsável pela medição da quantidade de luz que existe no ambiente a ser fotografado. Algumas câmeras profissionais possuem fotômetros externos, mas ele está presente internamente em todos os aparelhos de fotografia.

Quando a câmera se encontra no modo automático, o fotômetro realiza todos os ajustes sozinho com o objetivo de evitar que a foto fique tremida. Já no seu modo manual, o aparelho pode ser ajustado de acordo com o objetivo e prioridades do fotógrafo.

No caso do ajuste automático existem algumas situações de risco, pois nem sempre a câmera consegue captar o que é ideal em relação à medição de luz. Isso pode acontecer na presença de objetos que refletem mais luz do que outros ou dependendo da intensidade das fontes de luz do ambiente (fotografias na praia, por exemplo).

Então, se o objetivo é evitar esse tipo de situação e ter total controle da iluminação, é importante ter conhecimento dos tipos de fotometria. Separamos alguns exemplos de fotos, com diferenças bem sutis. Veja que a escolha da fotometria depende muito do objeto que você vai fotografar.

Medição Média

Encontrada no modo automático de todas as câmeras, ela é a medição que considera toda a quantidade e tipos de luz existentes na cena. Escolha essa função em cenas com contraste menor de cores e no caso de iluminação mais intensa em toda região fotografada. Um exemplo clássico é a fotografia de flor, na qual é recomendável priorizar todos os detalhes igualmente. No exemplo abaixo, o fundo está praticamente igualado ao objeto; os dois estão mais claros em relação às fotos que veremos a seguir.
Medição Média: a área cinza da segunda imagem representa o que será priorizado na foto (Fonte: Reprodução)

Foto utilizando a opção de Medição Média (Foto: Gisele Goes)

Mediação Centralizada Média

Esse modo é indicado para quem deseja fotografar retratos. A medição centralizada média possui uma precisão um pouco maior do que a anterior. Mesmo sendo utilizada como uma forma de medir a luz de todo o quadro, ela define uma prioridade para a área central. Ela é ideal quando o objeto principal da foto apresenta uma pequena diferença de iluminação em relação ao fundo. Esse é o tipo de fotometria a ser utilizada se a foto possui duas cores muito diferentes (uma mais clara e outra mais escura) próximas uma da outra. Por exemplo, uma pessoa de roupa branca ao lado de outra com roupa preta. Na foto abaixo, o fundo e o objeto estão num tom aproximado e numa intensidade de luz similar, mas existe uma prioridade para o objeto central mesmo assim.
Medição Centralizada Média: a área cinza da imagem à direita representa o que será priorizado na foto (Foto: reprodução)

Foto utilizando a opção de Medição Centralizada Média (Foto: Gisele Goes)

Medição Central ou Spot

Nesse tipo de medição, a fotometria é realizada pela parte central do visor da câmera, o que faz com que o resto das informações da cena sejam desprezados. Ela é indicada em casos de grande diferença de iluminação entre o objeto principal e fundo. Um exemplo clássico é em shows ou peças de teatro, em que há uma iluminação intensa nos personagens principais em relação ao resto do ambiente. É fundamental que o fotógrafo mire bem o centro do vistor no objeto que ele deseja fotometrar para que não haja erro. Utilize esse tipo de fotometria quando o fundo é muito mais claro ou escuro do que o objeto principal da foto. Outra dica é pra quem deseja tirar alguma foto muito perto (macro) ou de pequenos objetos. Na foto abaixo, o fundo é totalmente desprezado e o foco e a iluminação acontecem apenas para o objeto central.

Medição Central ou Spot: a área cinza da segunda imagem representa o que será priorizado na foto (Fonte: Reprodução)

Foto utilizando a opção de Medição Central ou Spot (Foto: Gisele Goes)

Medição Parcial 

Esse tipo é recomendado em caso de grande diferenças de brilho ou quando há a necessidade de precisão na medição. Ele limita a medição à uma área central do visor e cobre geralmente 9,5% da imagem, descartando todo o resto. É uma opção um pouco menos drástica do que o Spot.

Compensação de Exposição

Mesmo com todas essas possibilidades de ajustes, nem sempre conseguimos resolver nossos problemas em relação à fotometria. Em situações como essa ainda existe a alternativa da compensação de exposição.

Ela é representada por uma caixa com os valores + e -, presente em todas as câmeras digitais. Ao acionar esse recurso, é possível regulá-lo em até dois pontos positivos ou dois negativos. Caso você coloque os pontos positivos, mais luz será colocada na foto. Já na escolha dos pontos negativos, menos luz será colocada. Só não se esqueça de voltar a compensação de exposição para o número zero depois, para que a câmera não acrescente ou retire a luz de fotos sem necessidade.

Ícone que representa a função de compensação de exposição na câmera (Foto: Reprodução)

Origem: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/07/dicas-de-fotometria-para-iniciantes.html

terça-feira, 1 de julho de 2014

Uma simples explicação sobre números de F-Stop

Mesmo que você tenha uma boa idéia de como usar os números de f-stop e faça a exposição de suas fotografias adequadamente, você pode não entender a matemática propriamente aplicada por trás do que são esses números. No vídeo a seguir temos uma “simples” explicação por Dylan Bennett sobre o que são f-stops, incluindo um simples truque que você pode usar para memorizar a escala de f-stop.
via PetaPixel

Origem: http://www.inovartebc.com.br/blog/index.php/2012/06/11/uma-simples-explicacao-sobre-numeros-de-f-stop/

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Melhorando as cores de uma imagem


Descrição: Neste tutorial veremos como criar um efeito de imagem usando palavras, layer styles e alguns outros recursos do Photoshop.

01. Pressione Ctrl+O e abra uma foto qualquer no Photoshop, caso queira utilizar a mesma imagem usada neste tutorial clique aqui para fazer o download, com a imagem aberta no pressione Ctrl+J cinco vezes para criar cinco cópias da layer.



02. Retire a visibilidade das quatro layers superiores, clique na layer e vá em Layer> Hide Layers, como na foto abaixo.



03. Clique na layer Background e pressione Ctrl+M para abrir a caixa de Curves, defina o gráfico como an foto abaixo e pressione Ok.



04. Mude o modo de blend da layer para Overlay e defina a opacidade em 60%, sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.



05. Clique na layer Background Copy 2 e vá em Layer> Show Layers para ativar a visibilidade da layer, vá em Image> Adjustments> Black and White e defina os valores abaixo.



06. Mude o modo de blend da layer para Soft Light e diminua levemente a opacidade, sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.



07. Clique na layer Background Copy 3 e vá em Layer> Show Layers para habilitar a visibilidade da layer, vá em Image> Adjustments> Exposure e defina os valores abaixo.



08. Mude o modo de blend da layer para Color, sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.



09. Clique na layer Background Copy 4 e vá em Layer> Show Layers para ativar a visibilidade da layer, vá em Image> Mode> Lab Color para alterar o modo de cor para Lab, vá em Window> Channels e clique no Channel Lightness.



10. Pressione Ctrl+M para abrir a caixa de Curves, defina o gráfico de Curves com na foto abaixo e pressione Ok.



11. Vea em Image> Mode> RGB Color para voltar a imagem para o modo RGB, na caixa que irá abrir clique em Don't Flatten, mude o modo de blend da layer para Soft Light e defina a opacidade em 50%.



12. Clique na layer Background Copy 5 e vá em Layer> Show Layers para ativar a visibilidade da layer, vá em Filter> Blur> Surface Blur e defina os valores abaixo.



13. Mude o modo de blend da layer para Screen e defina a opacidade da layer em 60%.



14. (Opcional) Clique na layer Background e pressione Ctrl+J para duplicar a layer, deixe a layer duplicada, pressione a letra O do teclado para selecionar a Dodge Tool, defina os valores abaixo na barra de opções da ferramenta.



15. Aplique a ferramenta nas montanhas ao fundo.



16. No final sua imagem estará como a da foto abaixo.



site de origem: http://www.webdesign.org/photoshop/photo-editing/bring-colour-and-light-out-of-ordinary-image.16857.html

Origem: http://feedproxy.google.com/~r/tutoriaisphotoshop/~3/BWuYJTgWvC0/melhorando-as-cores-de-uma-imagem.html