sexta-feira, 6 de junho de 2014

Efeito de estilização de céu


Descrição: Neste tutorial veremos como criar um efeito sobre o céu de uma imagem, para isso usaremos seleções e filtros.

01. Pressione Ctrl+O e abra a imagem que você deseja estilizar.


02. Pressione a letra L do teclado para selecionar a Polygonal Lasso Tool, crie uma seleção ao redor da área do céu em sua foto, como na imagem abaixo.


03. Vá em Filter> Blur> Radial Blur.


04. Defina os valores abaixo e pressione Ok.


05. No final sua foto ficará como a da imagem abaixo.


site de origem: http://designertuts.com/59/whooshing-sky-effect

Origem: http://feedproxy.google.com/~r/tutoriaisphotoshop/~3/PzzUPIBS5OQ/efeito-de-estilizacao-de-ceu.html

O que é essa tal de Arte?

O que é ou o que deixa de ser arte, o que tem ou não valor, o ser ou o não ser um reflexo do espírito humano. O que afinal é arte? Essa discussão é um problema antigo e para o qual eu não tenho a pretensão de ter solução ou uma resposta que venha a fazer grande diferença, mas pretendo levantar a discussão e ver se todos os amigos leitores que por aqui passam deixam sua contribuição e opinião sobre o tema, e assim creio que em conjunto poderemos ter algo bem interessante sobre o assunto. Começarei com minhas opiniões.

Tenho uma visão sobre arte, de que ela deve possuir um conjunto de fatores, entre eles técnica, método, estética, relevância e criatividade.

Quando falo em técnica não uso o termo no sentido tradicional, de que as coisas devam ser feitas de forma acadêmica, mas no sentido de controle, do uso de ferramentas de forma razoavelmente consistente, o fazer algo que tenha suficiente grau de controle para que o autor possa repetir o processo e desta forma gerar outra obra que seja coerente com a primeira, e assim sequencialmente. A técnica seria por assim dizer a ferramenta que permite que algo seja feito e refeito ao longo do tempo. Isso exclui uma obra que seja originada no caos, em processos sem controle, fruto do puro acaso. Deste modo o termo técnica irá se mesclar no método, fará parte do mesmo, que é o sistema pelo qual o autor realiza sua obra. A repetição do método e da técnica irão gerar diversas obras, variando em tema, em criatividade, em estética, mas com uma base comum de realização.

A estética é mais problemática, ela foge da área mensurável e identificável da técnica e do método e entra na subjetividade, o que é estético para um pode não ser para outro, mas ainda assim, vejo a necessidade de uma estética que dê corpo a uma obra. Quando vejo diversas pinturas de Vermeer, há um parentesco estético entre elas, ao observar muitas fotos de Bresson novamente essa relação de uma coerência estética se faz notar, ao ouvir toda a obra de Mozart encontro novamente um traço que liga uma obra a outra. É esse traço que parece dar coerência ao conjunto de uma obra que chamo de estética.

Relevância traz a questão social da arte e perguntas como: essa arte muda alguma coisa? Quebra algum paradigma? Inicia um novo movimento? Desperta a fúria ou o amor na sociedade? Ela irá pautar discussões entre as pessoas? Relevância é isso, é nascer de uma sociedade e interferir nessa mesma sociedade, é se alimentar do mundo para voltar a alimentar o mundo. Uma obra que pareça vir do nada e que nada cause à sociedade parece estéril, inútil.

Por fim a criatividade. Apenas repetir o que alguém já fez, copiando, pode demonstrar técnica, estética e método, mas mostrará pouca relevância e muito menos criatividade. Não digo que tenhamos que fazer algo de novo o tempo todo, nem sei se isso é possível, mas tomarei de exemplo os filmes de Quentin Tarantino. Quase todas as cenas, enquadramentos, movimentos de câmera, e mesmo os personagens e muitos diálogos em seus filmes vieram de outros filmes, ele como grande fã de cinema busca referências e faz novas misturas com esses elementos criando algo que no final das contas é criativo, então se ele não inova na criação de novos elementos, sua criatividade está na nova mistura de elementos conhecidos, penso que essa lógica possa se aplicar a qualquer arte.

Desse conjunto de termos acima, e seus significados, tiro um conceito muito pessoal do que considero arte, e daquilo que opto por desconsiderar. Muito do que faço cai no lado desconsiderado, a maioria das fotos que fiz na vida não são arte, no máximo são artesanato bem feito, que tem técnica, estética e método, mas cairão ao pensarmos na relevância e na criatividade. Por outro lado vejo por aí exemplos de artes que até são criativas, mas que são de tal forma fruto de acasos que tenho dificuldade em chamá-las de arte e aqui entro num debate sobre as artes contemporâneas, tão fugazes e perecíveis (com exceções, é claro).


O problema das artes contemporâneas é que muitas são baseadas na ideia de que apenas a criatividade basta para ser arte, apenas uma ideia ser ou parecer nova basta, se é novidade é arte. Esse fator me incomoda pois dá origem ao qualquer coisa é arte e qualquer um é artista.

Esse raciocínio do qualquer coisa é arte talvez tenha nascido com Duchamp e seus “ready mades”, possivelmente tenha atingido seu auge com Piero Manzoni, um sujeito que conseguiu colocar em galerias de arte latas cheias de fezes, lacradas e rotuladas como “Merde D’Artiste”. Algumas dessas latas são leiloadas até os tempos atuais por altas somas.

Tenho grande dificuldade em aceitar que uma lata cheia de fezes seja arte, na verdade não aceito, direi até o fim de meus dias que isso não é arte. E tenho sérias tendências de achar que quem compra uma lata dessas por uma soma de dinheiro capaz de saciar a fome de centenas de pessoas seja alguém com graves problemas mentais. Mas isso, como eu disse, é uma questão minha, uma opinião.

Não é que eu não goste de arte moderna, gosto de muitas coisas produzidas hoje, muitas mesmo, mas precisa haver método, técnica, estética, relevância e criatividade, não pode ser fruto do nada, do acaso. E não é que não devamos refletir sobre a importância dos dejetos humanos, refletir sobre o tema etc., mas não precisamos chamar de arte.

Por isso sempre digo que Picasso era um gênio, mesmo que esteticamente eu não goste tanto de suas pinturas, mas a pertinência histórica, a influência, a metodologia apurada de quem estudou os acadêmicos para conscientemente romper com os cânones aceitos da arte, a técnica e a estética única de suas obras o diferencia do mundo e o coloca em um grande destaque, o destaque dado aos gênios.

Por isso fotógrafos como David LaChapelle e Annie Leibovitz, entre outros, são artistas. Eles não são obra de acaso, nem suas obras são resultado de esforços pequenos, ordinários, e sim fruto de todos os fatores que mencionei acima.

E se eu defendo que esses são artistas, tenho que rejeitar os chamados “ready mades” desde Duchamp, pois seria ofensivo aos outros em minha opinião. Como colocar no mesmo pedestal uma lata cheia de fezes e uma Guernica? E como colocar também no mesmo patamar uma foto de Annie Leibovitz e uma imagem qualquer captada de forma qualquer? Não posso fazer isso.

Isso em nada se relaciona ao mercado de arte, esta discussão é mais filosófica e não de valores financeiros. O mercado de arte é igual à bolsa de valores, não se baseia em valores reais ou filosóficos, e sim no que der mais lucro, e aí temos uma boa razão para a arte ter se tornado tão vazia, algo que não faz refletir ou pensar, o máximo que provoca é um superficial ”olha que legal, que bonito”. Ou no oposto despertará reações de nojo, horror etc., mas sem reflexão ou importância social. Estas coisas de efeito rápido mas sem profundidade andam vendendo bem no mercado de arte, pois assim se tornam obsoletas rápido para abrirem espaço para novas vendas, apenas dinheiro.

Estas foram minhas reflexões, muito do que penso sobre arte e que podia ser resumido em um artigo está aqui, agora espero as opiniões dos amigos, suas reflexões e idéias, para podermos debater o tema, não querendo chegar numa conclusão, acho que não é possível, mas apenas para ter o maior número de opiniões mesmo, um grande leque sobre o que fotógrafos e apreciadores de fotografia andam pensando sobre arte.

Ilustro este artigo com um vídeo de minha autoria, o No Fish. Muito do que meu trabalho ao longo dos anos com fotografia careceu de significado, simbolismo e criatividade, penso ter encontrado ao passar a produzir vídeos, este é um momento de mudança para este colunista, fotógrafo e professor de fotografia, o momento em que finalmente, depois de tantos anos de carreira, parece que estou me entendendo comigo mesmo enquanto autor.

Nos vemos em breve,

[]’s

Origem: http://www.fotografia-dg.com/o-que-e-arte/

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Um simples lição sobre profundidade de campo

Já falamos anteriormente sobre profundidade de campo de maneira mais profunda. Mas se você não tem tempo nem tanto interesse assim nesse tema, não deixe de assistir ao vídeo abaixo onde, através de uma simples e rápida explicação, você poderá entender o que é profundidade de campo sem usar muito do seu tempo:
via PetaPixel

Origem: http://www.inovartebc.com.br/blog/2012/05/11/um-simples-licao-sobre-profundidade-de-campo/

Quais especificações realmente importam em uma câmera digital?

Querido Lifehacker, estou pensando em comprar uma nova câmera digital, mas eu não sei quais especificações importam. Eu ouvi falar que megapixels não importam tanto quando se trata de qualidade de imagem, então o que devo procurar? Que especificações me dizem se uma câmera faz ótimas imagens ou não?
Sinceramente,
Ésper Cificado
Caro Ésper,
Você está certo. Megapixels – ou melhor, o número de megapixels que uma câmera pode capturar em uma única foto – são praticamente irrelevantes quando se trata de qualidade de imagem. Um número alto de megapixels em uma câmera pequena muitas vezes é um mau sinal. Quando empresas colocam muitos megapixels em uma câmera, as imagens ficam com ruído porque tem muita informação sendo capturada em um espaço pequeno. Conforme a tecnologia melhora, isso está se tornando um problema menor. Ainda assim, não confie no número de megapixels para descobrir se uma câmera pode tirar fotos de alta qualidade. Como megapixels, muitas especificações que você verá na caixa da câmera não irão indicar qualidade de imagem e, basicamente, você não saberá se uma câmera irá tirar fotos boas olhando seus detalhes técnicos. Mas existem especificações que podem dizer algumas coisas sobre o potencial de qualidade de imagem de uma câmera, e todas elas são relacionadas ao sensor.

O Sensor

O sensor de uma câmera digital é, basicamente, seu filme. Quando você tira uma foto, o sensor é exposto à luz e outros componentes na câmera registram o que ele vê. Existem muitos, muitos tipos de sensores de câmera e seria uma perda de tempo comparar todos, mas existem alguns que você deveria saber a respeito. Eis aqui os quatro que realmente importam atualmente, organizados por tamanho, do menor para o maior.
Sensores de Celular e Point-and-Shoot
Sensores de celulares e câmers point-and-shoot são normalmente bem pequenos, e eles tentam colocar bastante informação mesmo com esse tamanho diminuto. Isso normalmente resulta em qualidade de imagem ruim porque um sensor pequeno não pode fazer muita coisa. A qualidade é sacrificada de algumas maneiras. Normalmente, a falta de luz é um problema. Se não tiver bastante luz, muitos sensores pequenos terão dificuldade para enxergar. Como eles são pequenos eles só podem ser expostos a uma quantidade limitada de luz, e isso muitas vezes afeta seu desempenho. Claro, a câmera do iPhone 4S é um ótimo exemplo de uma exceção. Sensores pequenos estão ficando melhores, assim como os processadores de imagem associados a eles. Quando um sensor pequeno tem dificuldade em situações de baixa luminosidade, as habilidades do processador da câmera (ou celular) tentam compensar. Eles podem iluminar áreas mais escuras e tentar pegar detalhes das partes que foram exageradamente iluminadas da imagem. Isso frequentemente é benéfico, mas tem um preço. Se você já tentou clarear uma imagem que estava escura demais, você sabe que ela fica cheia de ruído ao fazer isso. Processadores de imagem sabem disso também, e tentam reduzir esse ruído. Essa redução de ruído irá fazer com que a imagem pareça um pouco menos nítida, e a nitidez já em um problema em sensores pequenos em primeiro lugar.
Apesar do tamanho do sensor não importar muito quando se trata de sensores de celular, ele pode importar com point-and-shoots. Quanto mais compacta for a sua point-and-shoot, menor será o sensor. Quando você tem um sensor menor, a fabricante terá que compensar por esta deficiência de alguma maneira. Apesar de um sensor menor nem sempre ser igual a qualidade de imagem pior, você sempre tem mais chances de conseguir imagens melhores com um sensor maior.
Sensores de câmeras micro quatro-terços
O sistema micro quatro-terços foi criado para achar um meio termo entre uma DSLR grande e câmeras point-and-shoots. A ideia era fornecer um sistema compacto com lentes intercambiáveis que fornecessem alta qualidade de imagem. Graças ao tamanho maior do sensor e o fato que você pode escolher suas lentes, essas câmeras fornecem qualidade de imagem muito maior enquanto ainda são portáteis o suficiente para muitas pessoas.
Sensores APS-C
Os sensores APS-C são os mais comuns em câmeras DSLR, mas são algumas vezes encontrados em câmeras compactas como as câmeras da série NEX da Sony. Eles são significativamente maiores do que você encontraria em uma câmera point-and-shoot ou um celular, e isso é sua grande vantagem. Enquanto sensores menores sofrem para capturar muita luz, sensores maiores não sofrem tanto com esse problema. Você terá mais controle na profundidade de campo de uma imagem, o que significa que você pode deixar o plano de fundo fora de foco com mais facilidade e destacar a pessoa ou objeto que estiver focando. Entretanto, sensores APS-C tem uma desvantagem comum que é o fator crop. O fator crop refere-se a como as lentes são ampliadas quando colocadas em uma câmera com sensor APS-C. Isso significa que se você colocar uma lente de 28mm ela seria ampliada e teria um resultado parecido com uma lente de 45mm. Basicamente, as coisas ficam com mais zoom. Isso não é um grande problema, mas é algo importante que você saiba. Se você precisar de uma imagem mais ampla, você precisará de lentes com mais amplitude. Apesar de lentes 28mm parecerem ter amplitude suficiente em uma câmera analógica 35mm ou uma câmera full frame (que iremos abordar logo em seguida) elas podem não ser suficientes em uma câmera digital com sensor APS-C.
Sensores Full Frame
Sensores full frame são considerados o equivalente digital de filmes 35mm. Você irá encontra-los em câmeras DSLR high-end como as populares Canon 5D. O principal benefício do sensor full frame é que não tem fator crop. Como mencionamos anteriormente, sensores APS-C tem um fator crop que amplia as lentes acopladas. Por exemplo, em uma câmera com sensor APS-C lentes de 28mm iriam parecer mais com lentes de 45mm em uma câmera normal. Em uma câmera full frame não haveria nenhuma alteração nas lentes. Elas iriam parecer com lentes de 28mm. Como você já deve ter imaginado, sensores maiores tem mais potencial para capturar luz e por isso eles normalmente lidam melhor com situações de baixa luminosidade do que sensores menores. Eles também são capazes de produzir uma baixa profundidade de campo, assim como uma câmera analógica de 35mm. Sendo um dos maiores sensores, câmeras full frame muitas vezes produzem algumas das imagens de maior qualidade. Isso não é sempre garantido, mas você pode deixar suas expectativas bem altas.
O ponto aqui é: sensores maiores tendem a produzir imagens de melhor qualidade. Isso não é sempre o caso, mas você raramente verá uma imagem de celular competir com uma de uma DSLR. Apesar de você ter que considerar outras coisas além do sensor da câmera, é um bom lugar para começar quando estiver comparando especificações.

O processador da imagem

O processador de imagem de uma câmera pode afetar a qualidade de algumas maneiras, muitos dos quais são irrelevantes se você estiver fotografando em RAW e não em JPEG. Imagens RAW são os dados exatamente como o sensor vê, sem nenhum processamento. Isso é ótimo se você quiser processar as imagens por si mesmo, depois. Se você estiver usando uma point-and-shoot, ou simplesmente planeja tirar fotos em JPEG, o processador importa. Muitas câmeras podem ajustar problemas com luz e ajustar várias outras configurações que podem fazer com que as suas imagens fiquem muito boas. Um bom processador de imagem torna possível para a câmera lidar com essas operações. Ele também torna possível que a câmera capture várias imagens em um curto espaço de tempo. Apesar de isso não afetar a qualidade da imagem diretamente, ser capaz de capturar algumas imagens pode significar a diferença entre ter uma foto boa ou uma ótima. Um processador rápido pode fazer uma grande diferença dessas maneiras, então não o ignore mesmo que você não precise tirar muitas fotos rapidamente. A velocidade da câmera é importante, assim como processadores rápidos podem permitir que uma câmera compensasse por condições de luminosidade que estão abaixo do ideal.

As lentes

Pessoas que já tem DSLRs ou câmeras com lentes intercambiáveis há muito tempo sabem quão importante boas lentes podem ser. As lentes são o olho da sua câmera. Se ela não enxergar bem, suas imagens não serão muito boas. As lentes em câmeras point-and-shoot normalmente irão ter uma qualidade limitada porque elas são 1) pequenas e 2) presas à câmera. Existem poucas especificações que irão dizer alguma coisa sobre a qualidade a menos que você entre em reviews bastante técnicos. Entretanto, existem algumas coisas que você pode procurar. Com qualquer lente, você irá querer saber seu diafragma máximo ou o quanto a lente pode abrir. Um diafragma maior significa que ela pode deixar entrar mais luz. Mais luz significa que você pode tirar fotos com mais facilidade quando não tiver muita iluminação. Diafragmas são medidos em f-stops ou números de f, então quando você estiver procurando uma lente você normalmente verá algo como um f/3.5 relacionado a ela. Isso significa que ela tem um diafragma máximo, ou f-stop, de 3.5. Esse é um número bem padrão. Diafragmas maiores normalmente estão entre f/1.4 e f/2.8. Se você precisa de uma câmera que fotografe com mais facilidade em baixa luminosidade, procurar por diafragmas maiores é um bom lugar para começar.
Você também deveria considerar a nitidez das lentes. Entretanto, você não irá encontrar isso nas especificações, mas sim em testes. Basicamente, quando você está tentando determinar se uma câmera é capaz de produzir imagens de alta qualidade, existem duas coisas que irão importar: 1) reviews com exemplos de imagens e 2) suas próprias experiências. A melhor coisa que você pode fazer é sair e comprar uma câmera que você queira testar de uma loja com política de devolução (normalmente isso é uma opção apenas para quem está comprando nos EUA) ou pedir emprestado de alguém antes de comprar. Teste a câmera um pouco e devolva se não atingir as suas expectativas. Se você não puder testar a câmera ou quiser pesquisar antes, um dos melhores sites para exemplos e comparações é oDigital Photography Review. Apesar das comparações serem um pouco técnicas demais, eles oferecem muitas informações importantes que todo mundo pode aproveitar. Eles também fornecem vários exemplos e teste técnicos e situações do mundo real. O melhor juiz de como uma câmera se sai em termos de qualidade de imagem será o seu olho. Se as imagens estiverem de acordo com a sua necessidade, já está bom o suficiente.
Boa sorte com as fotos!
Abraços,
Lifehacker.

origem: http://gizmodo.uol.com.br/lifehacker-quais-especificacoes-realmente-importam-em-uma-camera-digital/

Fotos Macro Maravilhosas



Existe uma beleza incrível nos pequenos detalhes de um mundo que com frequência não vemos.

Essas são algumas fotos macro sensacionais que mostram não apenas as pequenas maravilhas que deixamos de ver no dia a dia, mas também técnica impecável para se chegar nesses resultados. Além de técnica há muita criatividade, paciência e inúmeras horas de incansáveis tentativas para atingir esses resultados.





referência: http://fotografefacil.blogspot.com.br/2012/05/fotos-macro-maravilhosas.html

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Como deixar uma foto em preto e branco

Vai fazer um álbum de fotografia e quer dar às fotos um pouco de traço artístico? A recomendação é sempre a mesma: fotografia em preto e branco. A vantagem é levar para as fotos que só o preto e branco tem.

O tutorial de hoje vai te ensinar em 2 maneiras rápidas a transformar suas fotografias em preto e branco sem que a imagem perca muita qualidade. Siga os passos.

Passo 1. Abra sua imagem no Photoshop;

Passo 2. Clique no símbolo de nova camada de ajuste e escolha a opção Matriz/Saturação;
Escolha a opção Matriz/Saturação para começar a tirar a cor da imagem (Foto: Isabela Catão).

Passo 3. Coloque o valor de -100 em Saturação. Este método, você poderá mexer na iluminação, mas isso será na foto inteira e não em um lugar específico.
Hora de inserir os valores corretos para deixar a foto preparada para o preto e branco ideal (Foto: Isabela Catão).

Pronto, este é um dos métodos rápidos e fáceis que podemos utilizar. Outro método bem simples e que você pode mudar pontos específicos:

Passo 1. Abra novamente sua foto e vá em Imagem > Ajustes > Preto e Branco (Alt + Shift + Ctrl + B);
Escolha a opção pré-configurada do Photoshop: Preto e Branco (Foto: Isabela Catão).

Passo 2. Este comando abrirá uma nova janela de ajustes;

Passo 3. Agora, você poderá ajustar apenas as cores correspondentes da sua imagem, até que fique do seu gosto.
Faça os ajustes de cor na imagem, até que a foto fique em PB (Foto: Isabela Catão).

Veja o antes e depois das imagens:
Antes e depois (Foto: Isabela Catão).
saiba mais

Origem: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2012/05/como-deixar-uma-foto-em-preto-e-branco.html

Arnold Newman, precursor de retratos em ambientes


A fotografia do nova-iorquino Arnold Newman estabeleceu novo conceito para o tema retratos

Fotógrafo norte-americano, Arnold Newman nasceu em Nova York, nos Estados Unidos da América, em 1918. Ainda no ensino secundário, recebe bolsa de estudo para estudar Artes na Universidade de Miami. Devido as suas dificuldades financeiras, passa a trabalhar num estúdio fotográfico e, alguns anos depois, em 1939, assume a gerência de um estúdio na Florida.

Sua carreira como retratista inicia somente em 1941. Ao expor as suas fotografias, consegue captar as atenções de Alfred Stieglitz, Beaumont Newhall e Ansel Adams para o seu trabalho. Cinco anos mais tarde, muda-se para Nova York e, com o apoio de Stieglitz e Newhall, é contratado pela revista Life para realizar um retrato de Eugene O'Neill e pela Harper's Bazar para fotografar Igor Stravinsky. É assim que inicia sua carreira com grandes publicações como a Life, a Fortune, The New York Times Magazine ou The New Yorker. Pablo Picasso, John F. Kennedy e Alfred Stieglitz foram algumas das personalidades do século XX que Newman retratou no seu estilo inconfundível.

Em 1954, enquanto viaja pela Europa, retrata o Parlamento inglês, os clãs escoceses, os líderes políticos alemães e o até o general De Gaulle.

Em 1957, recebe da Universidade de Miami, o Premio de Fotojornalismo. Em 1965 é convidado a ser consultor com o departamento de fotografia do Museu de Israel, em Jerusalém. Três anos mais tarde, passa a lecionar na Cooper Union, em Nova York. Durante a década de 70, produz uma exposição individual retrospectiva de três décadas de trabalho.

Graças à atribuição de uma bolsa especial concedida pela Kodak, em 1994, Newman pode doar um conjunto de 176 impressões suas à George Eastman House.

Na década de 90, participou na realização de workshops, organizado exposições e colaborado com diversas publicações.

Sua principal contribuição para a fotografia do século XX foi a de estabelecer um novo conceito para a fotografia de retratos. Pai dos “environmental portraits”, apesar de nunca ter concordado com este título, pois remete a uma mera simplificação do que ele realmente fazia. Seus retratos, de fato, não se resumiam apenas em colocar as pessoas em seu ambiente de trabalho.

Como outros fotógrafos famosos de seu tempo, Arnold Newmann estudou desenho e pintura. Mas teve que abandonar logo a Universidade de Miami por questões financeiras e mudou-se para a Filadélfia, onde trabalhou como fotógrafo em estudio de retratos de rede de lojas de departamentos. As fotos custavam 49 cents e ele recebia 16 dólares por semana. Esses dois momentos seriam determinantes em sua carreira; a noção impecável de composição e a capacidade de interagir com o fotografado.

A partir de então, a fotografia será o meio escolhido. Em 1939, dirige um estudio em West Palm Beach; em 1942 abre seu próprio estudio em Miami. Depois de um encontro com Alfred Stieglitz, muda-se definitivamente para Nova York, que na época fervilhava com artistas europeus refugiados da segunda grande guerra mundial.

Fotógrafo, não artista

Pintores, escultores, músicos, escritores, presidentes, lideres políticos, personalidades mundiais transcenderam por sua lente de modo único e seus retratos figuraram em publicações como Life, The New York Times, Newsweek, New Yorker, entre outras, para as quais sempre trabalhou como freelancer, sem vínculos.

Não apreciava fotografar celebridades superficiais e considerava arrogantes os fotógrafos que se intitulavam artistas. Faleceu em sua terra natal, Nova York, em junho de 2006 aos 88 anos.

Veja aqui fotos de Arnold Newman no Google!

Fonte: Enio Leite
Mestre e fundador da escola de fotografia mais tradicional de São Paulo Focus Foto, acesse o site e confira as novidades dos cursos!

Origem: http://feedly.com/e/AyrhVbQw